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terça-feira, 17 de maio de 2011

Roteiro de Viagem - Paris, Versailles e Giverny

Tenho sérios problemas em estabelecer um número de dias para Paris.

Amo essa cidade e ficaria tranquilamente minha vida inteira aqui, então não consigo falar de um máximo de dias.

Nem tampouco de um mínimo de dias (aiaiai, como sou confusa...), porque sou da opinião que um dia é melhor do que nada.

Partindo da premissa que estamos falando de uma viagem normal de férias, onde você pode escolher quantos dias quer ficar em cada lugar, diria que Paris merece, no mínimo, 4 dias.

Versailles, um dia.

Giverny, um dia.

E, se fizer como eu e alugar um carro e sair de Paris cedo, é perfeitamente possível fazer Giverny e Versailles num dia só. Sem drama e sem correria.

terça-feira, 22 de março de 2011

Giverny e Versailles

Apenas um pequeno complemento aos posts Giverny - Casa e Jardim de Monet e Château de Versailles.

Como eu disse, aluguei um carro em Paris e fui nas duas cidades no mesmo dia, Versailles primeiro e Giverny depois, num total de 87 km na ida e 72km na volta. Vejam o mapa do Google como as duas cidades ficam no mesmo roteiro:

Paris - Versailles - Giverny
Fiz isso sem nada de stress. Tinha feito minhas pesquisas, mas não falei nada para ninguém. Ficamos em Versailles até quando quisemos, sem pressa. Quando todo mundo quis ir embora, sugeri irmos para Giverny.

Acho que o único detalhe, que nem todo mundo gosta, é acordar cedo.

Se você topar esse pequeno sacrifício, eu realmente recomendo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Giverny – Casa e Jardim de Monet

Giverny é um sonho, uma pequena cidade que fica há cerca de 70 quilômetros de Paris.

Monet viveu em Giverny por 43 anos, de 1883 até sua morte, em 1926.

Quando se mudou para lá, comprou o terreno chamado de Le Clos Normand onde existia a casa, um jardim e um pomar. Totalmente apaixonado pelo lugar, Monet dedicou-se a cuidar do jardim e pomar e a pintar seus quadros inspirados na paisagem que via todos os dias. Plantou novas espécies de flores, principalmente tulipas, espalhadas pelo jardim em suas diferentes e magníficas cores.





Depois de alguns anos, adquiriu também o terreno vizinho ao Le Clos Normand, chamado de Le Jardin d’Eau. Monet desviou o rio que passava perto do terreno, criando um pequeno lago. É aqui que estão as ninféas, flores presentes em muitos dos seus quadros e a ponte japonesa, também fonte freqüente de inspiração.





Monet pintou vários quadros com exatamente a mesma paisagem, tentando captar os variados efeitos da iluminação em diferentes horas do dia, e seu reflexo sobre as águas.

Mesmo para quem não é um grande admirador de arte, andar pelos jardins é como entrar nos quadros de Monet. Uma experiência inesquecível!

Quando ir?

Esse é um lugar que precisa ser visitado na primavera ou verão, no máximo no outono, e é de tirar o fôlego. Além da beleza em si, vale a brincadeira de comparar os quadros com os lugares reais.

Onde comer?

Almoçamos em um restaurante quase na frente da casa de Monet, chamado L’Esquisse Gourmande. Comida excelente, vinho excelente, sobremesas fabulosas. Recomendo divinamente!

Como chegar lá?

Para quem prefere algo mais tranquilo, tem excursões de um dia de Paris para lá. Nos hotéis sempre há folhetos com preço e horário de várias empresas de turismo que oferecem pacotes prontos.

Ou pode-se ir de trem. Vou novamente copiar as orientações do blog Conexão Paris, já que eu mesma nunca fiz o percurso.
“Na estação Saint Lazare comprar uma passagem para o trajeto Paris/Rouen. Descer em Vernon. A distancia entre Vernon e Giverny é de 7 km. Várias opções: pegar um ônibus que sai à cada 15 minutos de Vernon para Giverny; alugar um bicicleta na estação mesmo; pegar um táxi e por fim escolher… pé na estrada, é pertinho.”
Como expliquei no post anterior Château de Versailles, eu aluguei um carro.

A viagem de carro tem algumas vantagens:
  • flexibilidade: você pode chegar e sair no horário que quiser, sem ter que esperar trem, ônibus e metrô.
  • fica mais fácil de levar acessórios: biscoitos, água, blusa de frio.
  • mais rápido: você não perde tempo entre um meio de transporte e outro, e normalmente os estacionamentos são bem pertos do local a ser visitado.
  • apreciar a viagem em si. Tudo bem que também podemos apreciar a viagem pela janela do trem, mas de carro podemos pegar estradas alternativas, pequenas, parar quando quisermos para tirar fotos.
E a desvantagem é: o preço, normalmente mais cara, incluindo aí o aluguel de um GPS, para que a terceira vantagem descrita acima não seja anulada pelo tempo perdido para achar o caminho.